História - Ultrassom e Cia.
QUANDO COMEÇOU?
A primeira aplicação do ultrassom na medicina ocorreu em 1942. Naquela época, o que se via na tela eram traços produzidos por ondas sonoras emitidas pelo aparelho. Com a evolução do exame, foi possível obter fotos em duas dimensões. O aumento da capacidade dos computadores fez com que as imagens pudessem ser mostradas de forma mais rápida. Quando se pensava que nada mais poderia surgir, apareceu o 3D, com resultados coloridos e em tempo real, como um filme na TV.

PARA QUE SERVE O ULTRASSOM?
O ultrassom é um velho conhecido das grávidas, mas ele vai além de apontar o sexo do nenê. O médico do Instituto de Medicina Fetal, de São Paulo, Thomaz Gollop, diz que a técnica acusa malformações, pois faz um retrato mais fiel de estruturas fetais como face, mãos, pés e coluna vertebral. Em adultos, o 3D ajuda a avaliar tumores e a verificar o volume os órgãos. É por isso que este tratamento tem sido utilizado com frequência para diagnósticos precisos, garantindo assim resultados mais satisfatórios.
O QUE SE CONSEGUE VER?
A diferença entre o que se visto num ultrassom comum e no 3D é a mesma de um desenho só com o contorno e outro pintado e finalizado. Segundo o médico fetal Eduardo Isfer, do Hospital e Maternidade São Luis, em São Paulo, a possibilidade de olhar o bebê em 360 graus também melhora muito o vínculo afetivo entre mãe e filho, inclusive em casos de gravidez indesejada. Entender a imagem que aparece na tela e identificá-la diminui, ainda, o estresse materno.

POR QUE O 3D??
  • É mais fácil saber o sexo do bebê.
  • Mostra imagens mais reais.
  • Dá detalhes de más-formações.
  • Identifica se bebês gêmeos estão na mesma placenta ou não. Se estiverem na mesma, são univitelinos ou idênticos.
  • Indica melhor a posição do feto se o cordão umbilical está em torno do pescoço, por exemplo.
  • É mais preciso no diagnóstico do câncer de mama em jovens.
  • É capaz de identificar melhor certas anomalias do útero.


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