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Equipamentos de Ultrassom: com que frequência a manutenção deve ser feita?

17/04/2019 - POR REDAÇÃO

 

 

Para garantir o bem-estar dos pacientes, não basta que um hospital invista em uma infraestrutura completa de aparelhos modernos de ultrassom, transdutores e similares. É lógico que contar com esses equipamentos é essencial, mas tão importante quanto, é garantir a sua manutenção preventiva. Veja qual é a frequência correta com a qual estas manutenções devem ser feitas.


CRITÉRIOS A SEREM CONSIDERADOS
A equipe de gestão do hospital é responsável por elaborar um planejamento de manutenção preventiva, ou seja, estabelecer um procedimento padrão que indique quando cada equipamento precisa passar por esse processo. Isso é importante, porque como o hospital tem uma quantidade significativa desses dispositivos, é inviável que a manutenção seja feita em todos simultaneamente, é preciso definir prioridades.

- Para estabelecer essas prioridades, existem alguns critérios a serem considerados, como por exemplo:
- Nível de risco que o aparelho pode representar para o paciente ou para o técnico que o opera;
- Aparelhos que possuem uma alta taxa de utilização e que, se ficarem paralisados por algum problema técnico podem causar um grande prejuízo à dinâmica hospitalar;
- Equipamentos submetidos a alguma norma governamental quanto às suas manutenções ou aqueles em que o próprio fabricante determina o tempo de vida útil de determinadas peças;
- Aparelhos com partes móveis que precisem de lubrificação ou ajustes gerais.

O ideal é elaborar uma tabela respondendo essas questões em relação a cada equipamento e, assim, programar as manutenções preventivas de modo que não comprometam seriamente o fluxo de atividades e atendimentos.


MANUTENÇÃO PREVENTIVA x MANUTENÇÃO CORRETIVA
Quando o equipamento é destinado à manutenção por ter apresentado alguma falha, trata-se de uma manutenção corretiva. Nesse caso, o processo pode durar mais tempo, porque os especialistas terão que diagnosticar essa falha, os motivos que a provocaram e qual foi a peça afetada. Isso significa que o aparelho ficará parado por mais tempo, o que já representa um prejuízo para os pacientes que dependem dos exames.

Além disso, também é possível que essa peça danificada já tenha prejudicado o funcionamento de outros componentes, outro fator que vai encarecer a manutenção e fazer com que ela se torne mais onerosa se comparada à preventiva.

Ainda assim, a manutenção corretiva custa muito menos do que a compra de um aparelho novo - mas a melhor forma de proceder para otimizar os recursos financeiros do hospital é com a manutenção preventiva.


OUTROS BENEFÍCIOS DA MANUTENÇÃO PREVENTIVA
Além de ser mais barata e rápida, a manutenção preventiva de aparelhos hospitalares é essencial por outros motivos. Um deles é garantir que esses equipamentos sejam mais seguros e que o seu funcionamento esteja sempre impecável, para que o paciente tenha acesso a um diagnóstico assertivo e confiável.

Um dos grandes diferenciais da US e CIA é que nossas manutenções preventivas giram em torno de 10% do valor de uma peça nova.

A manutenção preventiva, geralmente agendada a cada 6 meses, também pode prolongar a vida útil de um equipamento e garantir que ele trabalhe com o seu máximo desempenho.


Quer saber mais sobre a manutenção preventiva ou corretiva de equipamentos hospitalares?

Entre em contato conosco e conheça nossos serviços. Inclusive, podemos lhe ajudar a definir a frequência correta da manutenção preventiva de acordo com as particularidades de cada aparelho.

Ficamos à disposição!

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